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  Radicais livres: Saiba como eliminá-los    

Freqüentemente associados ao envelhecimento precoce, os radicais livres são moléculas do organismo que apresentam um elétron instável em sua última camada. Quando um desses elétrons rouba outro elétron de uma molécula próxima, ocorre uma ação oxidativa, o que pode acelerar o envelhecimento ou ainda desencadear doenças.
Explicações científicas à parte, o que acontece é o seguinte: toda vez que há uma reação química oxidativa em nosso organismo, como o simples fato de respirarmos, uma quantia de energia sobra. Essa energia restante pode vir a formar os radicais livres, que causam agressões físicas diversas às células do corpo.

"Os radicais livres fazem parte de reações normais do organismo. Quando você corta uma maçã e a deixa fora da geladeira, ela escurece. O que a deixa escura são os radicais livres", detalha a dermatologista Denise Steiner.

Segundo a médica, o processo de envelhecimento está também ligado à produção dessas moléculas. "Existem várias implicações no envelhecimento, mas uma que se sabe mais detalhadamente é o processo oxidativo, via radicais livres", comenta Denise. Quanto mais exposto a fatores que aumentam a produção dos radicais, mais o organismo é atacado por essas moléculas.

"Um exemplo claro são os fumantes. A grande maioria tem umas ruginhas na região dos olhos devido ao processo dos radicais livres", explica o endocrinologista Cyro Masci. Mas além das implicações físicas que podem ser vistas a olho nu, como o envelhecimento precoce, a presença em excesso de radicais podem ainda criar um ambiente propício para o aparecimento de algumas doenças.

"O câncer de pele é uma doença que pode surgir com o excesso de radicais livres", conta Masci. O sol, assim como o fumo e os poluentes químicos, pode funcionar como um catalisador na produção dos radicais, desequilibrando a quantia natural do organismo. Em excesso, eles estimulam o aparecimento da doença, daí a importância do uso de protetores solares (que funcionam como antioxidantes) e de se evitar uma exposição excessiva ao sol.

Aumentam a produção de radicais livres:
- Água contaminada por metais pesados (principalmente mercúrio);
- Alimentos com agrotóxicos;
- Carne vermelha e de porco;
- Chocolate;
- Cigarro (de tabaco);
- Doenças;
- Exercícios em excesso;
- Exposição excessiva ao sol;
- Gordura trans e vegetal hidrogenada;
- Poluição;
- Produtos de limpeza que contenham formol de aldeído.

Fontes de antioxidantes:
Alguns alimentos têm a capacidade de neutralizar a formação de radicais livres pelo organismo. No entanto, a dermatologista Denise Steiner afirma que o melhor tratamento é a prevenção. "Deve-se evitar os fatores que estimulam a produção de radicais livres", salienta.

No entanto, vale ter à mão uma relação de alimentos que podem lhe auxiliar a evitar essas temidas moléculas. Mesmo porque, as frutas e os vegetais são ótimas fontes de antioxidantes. "Deve-se fazer uma suplementação desses nutrientes diária, com cinco ou seis porções. Pessoas que vivem em cidades grandes e com uma rotina estressante precisam repor nutrientes, mesmo que mantenham uma alimentação balanceada", alerta Masci.

Portanto, listamos a seguir algumas fontes naturais de antioxidantes. Confira:

- Castanha do Pará (fonte de vitamina E);
- Chá verde;
- Frutas descascadas;
- Legumes crus;
- Polifenóis presentes no vinho e na uva;
- Salmão;
- Vitamina C (frutas cítricas e vegetais verde-escuros);
- Vitamina A (cenoura, abóbora e mamão);
- Zinco (peixes, aves e leite).

 
 
 
   
 
   
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